Gonna Get Boring Again….

As I’ve been saying for a few days, I really intend to be on hiatus from blogging here for a while. A post now and then, but not every day. I am available on Facebook and Twitter, of course. This break is not directly related to the recent unpleasantness, as I had already decided earlier this month to take this time to concentrate on other priorities.

Specifically, I am attempting to study math and computer science on my own with a view towards getting into system administration. Frankly, I need to be on a better career path. Also, I am spending time gathering my thoughts on matters of faith and theology. This blog was created, in part, to help me work through where I stand as a Christian. Now that I know that, I feel I need to systematize at least part of it for the sake of coherence. A blog is not a good place, in my opinion, to develop ideas systematically!

The end result of this time more-or-less away hopefully will be progress in my professional career as well as a more productive ministry. Even the blog posts should be better and more focused.

Thanks for dropping by!

PS – I’ll be visiting other peoples’ blogs more often during this time, so you’ll probably hear a lot from me.

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Um Só Batismo


“Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual voçês foram chamados é uma só, há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos.”Efésios 4:4-8 NVI

A igreja tem “um só Deus” e “uma só fé.” Então, por que tem igrejas que ensinam dois batismos, enquanto a bíblia ensina “um só batismo”?

No que chamamos de “grande comissão,” Jesus deu as seguinte ordens aos seus discípulos:

“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.” Mateus 28:19-20 NVI

Veja bem que Jesus não disse nada sobre dois batismos. Ele falou de um batismo, feito “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

Poucous dias depois, Pedro pregou no dia de Pentecostes. Ele falou sobre Jesus, e como Ele foi o Messias de Israel. Ele pregou a more e a ressurreição de Jesus. O judeus, presentes para comemorar a festa deles, ficaram aflitos com esta mensagem e perguntaram o que era pra eles fazer.

“Pedro respondeu: ´Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espirito Santo.’” Atos 2:38 NVI

O que muitas igreja modernas fazem é dividir o batismo em dois. Dizem que existe um batismo no Espírito Sando, e outro nas águas. Normalmente dizem que o batismo no Espírito Santo aconteça quando a pessoa “aceita Jesus.” Isso quer dizer que a pessoa ora para Deus, pedindo perdão e falando que crê em Jesus. Mesmo que não temos nenhum exemplo de uma conversão assim no Novo Testamento depois da ressurreição de Cristo, muitas igrejas ensinam assim. Elas afirmam que é neste momento que o novo crente recebe o “batismo no Espírito Santo.”

Podemos ver que, de acordo com o apóstolo Paulo, existe um só batismo. De acordo com Jesus, é para os discípulos irem pregando o evangelho e batizando pessoas em nome do Deus triuno. Na primeira pregação da igreja cristã, Pedro falou de um batismo no qual o convertido receberia perdão dos pecados e o dom do Espírito Santo.

Não existem dois batismos. No batismo nas águas, o Espírito Santo vem.

Religious Freedom Day Last Week

January 16, 2009 was Religious Freedom Day. I missed that entirely, perhaps because of all the talk about President Obama’s inauguration.

Although I disagree with a lot of conservative rhetoric about the United States being a “Christian nation,” and though many of the Founding Fathers were clearly neither Catholics or Protestants (at least not in the “orthodox” sense), there is something to the argument made in the brief clip I’ve included above from a film The Acton Institute has produced. Faith compelled many people throughout American history to take positive action for change.

It is no good to try to remove all religion of any kind from the public square, as some would have it. France is no model for the United States, and I can’t stand the thought of a purely secular public life in the United States.

On the other hand, around Christmas last year we saw the confusion brought about by attempts to include multiple viewpoints at a courthouse, just so a nativity could be displayed. Before that I always thought inclusion on public property would be the best policy.

So, where to we go from here?