John Robert Dobbs (1989-2008)

The blog silence is broken today and only today because of the sudden passing of John Dobb’s son, John Robert Dobbs. This young man was 18, full of life and was supposed to be graduating from high school today. Instead, they have held a funeral.

You can visit John Dobb’s blog here, view the obituary here and read an article discussing his death – among others – here. Read John Mark Hick’s comments on this tragic death here, and Danny’s comments here.

My prayers and deepest sympathies are with the Dobbs family.

Hiatus

I’ll be taking a break from blogging until sometime in June, I believe. If anything urgent or particularly interesting comes up, I may post on it, but don’t count on that. Everything is fine and I have every intention of resuming blogging. I just need to rest and focus on some other things for a little while.

Vou ficar sem postar até algum dia em junho. Tudo está bem. Estou só um pouco cansado e quero prestar atenção em algumas outras coisas por enquanto.

I will be reading and commenting on other people’s blogs during this time. Vou ler e comentar sobre os blogs dos outros durante este tempo.

My e-mail address is available on my blogger profile if anyone wants to contact me. Meu endereço de e-mail está disponível no perfil do blogger no caso que alguem quer entrar em contato comigo.

For now, take a look at some past posts I recommend by clicking here.

Os Pensamentos Pecaminosos (4)

Cleber sempre quis ter uma piscina. Ao longo de alguns anos foi planejando e juntando recursos, até conseguir construir uma piscina boa no fundo da casa. Foi ótimo…para alguns dias. A água estava boa e todo mundo aproveito, mas o vento trouxe sujeira. Pó e folhas ficaram caindo na piscina, e a água se tornou marrom.

Talvez o muro estava um pouco baixo. Cleber acrescentou um metro à altura do muro, mas não adiantou. O vento não parou de trazer sujeira.

Numa visita à loja de ferramentas Cleber achou uma rede para usar. Ele passou uma tarde inteira tentando tirar cada coisinha na água. É claro, ele não conseguiu tirar tudo, e o vento continuo a trazer sujeira.

Muito desanimado e quase pronto para desisistir e encher a piscinia de terra para fazer um jardim, um amigo chamado João chegou na casa para conversar. Vendo o problema, o amigo de Cleber explicou que o vento nunca para e a sujeira não vai deixar de cair na piscina. Não adianta tentar bloquear o vento o pegar cada folha boiando na água. O que precisa é cloro e um filtro bom.

Numa sexta-feira João ajudou Cleber instalar um filtro e jogar o tanto certo de cloro na água. Com a rede de Cleber eles pegaram algumas das sujeiras. Domingo de manhã, depois de tanto tempo com o filtro ligado e o cloro na água, a água ficou cristalina, e todo mundo aproveitou a piscina novamente.

Preciso explicar?

A piscina é a mente, e a sujeira consiste em pensamentos pecaminosos. Vivendo neste mundo agora nós não vamos conseguir evitar idéias erradas. Enfrentamos tentaçoes a cada momento. Não adianta tentar nos afastar do mundo, nos fechando dentro de um lugar mais “seguro”. A tentação ainda vai vir. Não resolve tentar somente nos disciplinar para pegar e rejeitar cada pensamento pecaminoso (mas é importante aprender esta disciplina). O que precisamos é o sangue de Cristo para nos purificar (e não somente uma vez na vida), o Espirito Santo para filtrar o que entra, e um pouco do nosso esforço para colaborar com a obra de Deus. Na realidade, o que “contribuímos” é praticamente nada. Sem o sangue de Cristo e a obra do Espirito Santo, estamos perdidos.

Veja a séria completa:
Os Pensamentos Pecaminosos (1-4)

Os Pensamentos Pecaminosos (3)

Os pensamentos podem levar a ação, mas mesmo sem pecado ativo, os pensamentos pecaminosos sujam o ser e mancham a imagem de Deus em cada pessoa. Esta situação torna cada vez mais difícil o arrependimento, que é a decisão de largar os nossos desejos e planos e aceitar o plano de Deus para nossas vidas. O pecado não impossibilita o arrependimento, mas endureça o coração do pecador, fazendo ele menos disposto a aceitar a mensagem de perdão e reconciliação. Além disso, uma vida de rebelião não é uma vida completa e boa. Mesmo se uma pessoa arrepender depois de muitos pecados, ela vai se sentir mal em pensar no tempo perdido sem servir a Deus.

Para o cristão, o pecado, em pensamento ou ação, piora muito a capacidade dele a arrepender.

“Ora, para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento; pois para si mesmos estão crucificando de novo o Filho de Deus, sujeitando-o à desonra pública. Pois a terra, que absorve a chuva que cai freqüentemente, e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. Mas a terra que produz espinhos e ervas daninhas, é inútil e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser queimada” (Hebreus 6:4-8 NVI).

Muitos lêem estes versículos com medo, pensando que talvez eles não serão aceitos depois de pecar, mesmo com arrependimento verdadeiro e de coração. Com certeza, esta passagem é uma advertência para quem não leva a vida Cristã em sério. Porém, não está escrito nada sobre Deus não aceitando o cristão que peca de volta. O que fala é que o pecado dificulta o arrependimento.

Cada pecado torce algo no íntimo do ser. Afastamos de Deus e perdemos a sensibilidade espiritual. Quem conheça Cristo e sua cruz já foi iluminado. Pecado ativo, nos atos ou nos pensamentos, faz que o discípulo perde a vontade de seguir Cristo. Não é que ele quer voltar para Deus e não pode, mas que ele não quer mais andar com Jesus.

Veja a séria completa:
Os Pensamentos Pecaminosos (1-4)

Jesus Crucificado (2)

“Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (1 Coríntios 1:18 NVI).

Quem manda no mundo de hoje? Os poderosos. São as pessoas que formaram, com poucas exceções, de faculdades bem-conceituadas. Os que não têm diploma honrável têm dinheiro. Quem começou pobre não continuou pobre no caminho ao poder. Nunca vi um pobre sem contatos (amigos ou pelo menos alguém para apoiar) tomar posse da presidência de um país.

São os ricos e “inteligentes” que mandam, e os demais não têm poder. Por isso, a cruz não faz sentido para os “sábios” do mundo. Esta história de um rei que nasceu num estábulo e morreu numa cruz não faz sentido enquanto avaliado pelas normas do mundo caído.

Quem aceita a mensagem da cruz normalmente não é rico ou famoso. Aconteça, mas é raro. Os que estão perecendo são aqueles que aceitam o mito que a força resolve tudo. Eles acreditariam em alguém que começou pobre e prosseguiu para a riqueza, vencendo obstáculos e inimigos ao longo do caminho. Francamente, creio que abraçaram o homem que coloca os inimigos nas cruzes muito antes de aceitar um que morre numa cruz como rei.

As pessoas que não tem muito poder aceitam com mais facilidade o evangelho, porque é a história da humilhação gloriosa, a opressão vencida pela fraqueza.

Se os poderes tivessem entendido sobre Jesus, eles não teriam o matado. Mas, eles não sabiam, e acabaram fazendo o que sempre fazem: esmagaram o inocente. Assim, O Inocente os venceu.

Veja também:
Jesus Crucificado (1)

May Synchroblog/Bloggers Unite: Guantanamo Bay in the Eyes of God

Bloggers Unite

“Let every person be subject to the governing authorities; for there is no authority except from God, and those authorities that exist have been instituted by God. Therefore whoever resists authority resists what God has appointed, and those who resist will incur judgment. For rulers are not a terror to good conduct, but to bad. Do you wish to have no fear of the authority? Then do what is good, and you will receive its approval; for it is God’s servant for your good. But if you do what is wrong, you should be afraid, for the authority does not bear the sword in vain! It is the servant of God to execute wrath on the wrongdoer. Therefore one must be subject, not only because of wrath but also because of conscience. For the same reason you also pay taxes, for the authorities are God’s servants, busy with this very thing” (Romans 13:1-6 NRSV).

It is my firm opinion that Romans 13, written to Christians in the heart of the Roman Empire, has been largely misunderstood throughout history. Writer and recipients were not living under a benevolent regime. Rome conquered and then maintained control through violence and cruelty. It was all about power and domination. Given that context, it would make little sense for Paul the apostle to give carte blanche to political and military authority.

Read more carefully, in light of what we know about Rome’s extreme measures to maintain peace and security (the cross is a prime example), Romans 13 makes plain the real duty of earthly powers. The authority of state is to be used to approve of what is good and execute wrath on the wrongdoer. Unfortunately, the fallen powers have always failed to execute faithfully their God-given duty. This passage, rather than serve its original purpose to speak the truth to power, has been utilized to enshrine state abuses in the name of God.

Faced with the criminal actions of terrorist on September 11, 2001, the United States government and others around the world mobilized against a shadowy, militant Islamic group that sought to topple the western world and, truthfully, would like to impose Islam by all means, including force. It is right and correct, given this scenario, for governments to respond to protect the lives and freedoms of the people they seek to represent.

It makes no sense whatsoever, though, to engage in violations of human rights in order to protect human rights. The United States government has overstepped its Constitutional authority with regard to its citizens and the Bill of Rights, but it has gone even further in denying these same rights entirely to non-U.S. citizens located overseas. The United States government has acted as though, because Guantanamo Bay is located on what is foreign soil (albeit under U.S. control) the U.S. Constitution does not apply there. Even if this is true, and I don’t personally believe it is a sound legal position, the United States has historically agreed to the Universal Declaration of Human Rights, which includes the following articles:

Article 5. No one shall be subjected to torture or to cruel, inhuman or degrading treatment or punishment.

Article 6. Everyone has the right to recognition everywhere as a person before the law.

Article 7. All are equal before the law and are entitled without any discrimination to equal protection of the law. All are entitled to equal protection against any discrimination in violation of this Declaration and against any incitement to such discrimination.


Article 8. Everyone has the right to an effective remedy by the competent national tribunals for acts violating the fundamental rights granted him by the constitution or by law.


Article 9. No one shall be subjected to arbitrary arrest, detention or exile.


Article 10. Everyone is entitled in full equality to a fair and public hearing by an independent and impartial tribunal, in the determination of his rights and obligations and of any criminal charge against him.


Article 11. (1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent until proved guilty according to law in a public trial at which he has had all the guarantees necessary for his defence. (2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission which did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed. Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed.

If the Universal Declaration of Human Rights and the United States Bill of Rights are not enough, then there is the higher law to be considered. In the presence of God the acts carried out by the United States government, including the human rights violations committed in Guantanamo Bay and involving possible torture and certain denial of due process, are a crime and degradation of the image of God in humanity. As such, the U.S. government as an earthly power must be called to repentance and to a pursuit of true justice. To do otherwise, to allow the course of events to continue down the same path unimpeded, is to invite divine justice. Just because we cannot see what goes on in Guantanamo Bay and in secret CIA facilities around the world does not mean that God is unable to know, judge and act.

“When all the prisoners of the land are crushed under foot, when human rights are perverted in the presence of the Most High, when one’s case is subverted – does the Lord not see it?”
(Lamentations 3:34-36 NRSV). Visit tearitdown.org to learn more about efforts to close Guantanamo Bay and either release the prisoners or get them moving through a genuine system of justice where they can face charges for their alleged crimes.

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Check out what the following Synchrobloggers have to say about Human Rights: